Sábado, 21 de novembro de 2009
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18.10.2008 (17h14min) Mudança de endereço
A Juventude Popular Socialista da cidade de São Paulo comunica que em função do desenvolvimento de um novo site oficial, e principalmente por questões técnicas, estaremos migrando nossas atividades para o endereço http://jps-sp.blogspot.com.
Saudações,
JPS Paulistana
09.10.2008 (11h53min) Presidente municipal diz que PPS apoiará Kassab
Portal Terra
SÃO PAULO - O presidente do diretório municipal do PPS, Carlos Eduardo Fernandes, disse que a reunião do partido, um hotel da região central de São Paulo no final da manhã de quinta-feira, deve aprovar em votação o apoio a Gilberto Kassab (DEM). Segundo ele, o articulador das alianças do DEM no segundo turno, Guilherme Afif Domingos, já deu garantias de incorporar plataformas de Soninha Francine ao programa de governo de Kassab e, por isso, as lideranças de seu partido serão favoráveis à decisão.
- Tenho conversado com muitos companheiros do partido e, alguns mais, outros menos, todos estão dispostos a votar pela aliança - diz Fernandes. Entre as propostas que o DEM abraçará, de acordo com Fernandes, o repovoamento do centro da cidade, a ampliação da reciclagem do lixo e o incentivo à cultura jovem.
O PPS é o terceiro partido a aderir à campanha de Kassab no segundo turno, após o atual prefeito ter derrotado a adversária Marta Suplicy nas urnas no último domingo. O PSDB e o PTB precederam a legenda. No dia da votação, o prefeito afirmou que seu partido e o PPS são 'aliados naturais'.
A aliança não significa a participação de Soninha Francine na campanha. Segundo o coordenador da campanha, Maurício Huertas, a candidata derrotada seguirá a decisão do partido e votará em Kassab, mas não subirá no palanque de campanha.
- Ela rompeu definitivamente com o PT e não apoiará Marta, mas também não quer o rótulo de kassabista - disse.
09.10.2008 (11h49min) Renovação na Câmara de São Paulo cai de 45% para 29%
Dos 55 vereadores, 39 foram reeleitos e 16 são novos.
Em 2004, houve 25 novos e 30 reeleitos.
Do G1, em São Paulo
O número de novos vereadores eleitos para a Câmara de São Paulo caiu de 25 nas eleições de 2004 para 16 neste ano, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Movimento Voto Consciente.
Os novatos que ocuparam quase metade (45%) das 55 cadeiras do legislativo paulista após a eleição de 2004 agora são pouco menos de um terço (29%) das vagas.
A coordenadora do Movimento Voto Consciente na Câmara de São Paulo, Sônia Barbosa, afirma que a taxa de renovação ficou muito abaixo da média, em torno de 40% a 50%.
"O eleitor tem dificuldade muito grande para escolher candidatos novos, com exceção daqueles que já são muito expostos porque têm nomes conhecidos na mídia", afirmou.
Parte dos 16 novos nomes que ocuparão vagas na Câmara a partir de 2009 já estiveram antes no poder. Gabriel Chalita (PSDB) foi secretário estadual de educação. Ítalo Cardoso (PT) foi vereador por três legislaturas. Floriano Pesaro (PSDB) foi secretário municipal de Assistência Social. Marcos Cintra (PR) e Jamil Murad (PCdoB) foram deputados federais.
O Movimento Voto Consciente avalia o trabalho dos vereadores de acordo com sete critérios de qualidade. Sônia Barboza comemorou o fato de que 80% dos 22 nomes melhor avaliados tenham sido reeleitos.
Mas, segundo ela, foram reeleitos os três vereadores que tiveram as piores notas na avaliação do Voto Consciente e dois processados por improbidade administrativa.
Confira na tabela abaixo a lista dos eleitos para a próxima legislatura (os nomes com grifo são os dos novos vereadores, que não fazem parte da atual legislatura).
Vereadores eleitos
Abou Anni (PV)
Adílson Amadeu (PTB)
Adolfo Quintas (PSDB)
Agnaldo Timóteo (PR)
Alfredinho (PT)
Antônio Carlos Rodrigues (PR)
Arselino Tatto (PT)
Atílio Francisco (PRB)
Aurélio Miguel (PR)
Carlos Alberto Bezerra Jr (PSDB)
Carlos Apolinário (DEM)
Celso Jatene (PTB)
Chico Macena (PT)
Claudinho de Souza (PSDB)
Cláudio Fonseca (PPS)
Cláudio Prado (PDT)
Dalton Silvano (PSDB)
Domingos Dissei (DEM)
Donato (PT)
Dr Milton Ferreira (PPS)
Eliseu Gabriel (PSB)
Floriano Pesaro (PSDB)
Francisco Chagas (PT)
Gabriel Chalita (PSDB)
Gilberto Natalini (PSDB)
Gilson Barreto (PSDB)
Goulart (PMDB)
Ítalo Cardoso (PT)
Jamil Murad (PCdoB)
João Antônio (PT)
Jooji Hato (PMDB)
José Américo (PT)
José Ferreira (Zelão) (PT)
Juliana Cardoso (PT)
Juscelinho Gadelha (PSDB)
Mara Gabrili (PSDB)
Marcelo Aguiar (PSC)
Marco Aurélio Cunha (DEM)
Marcos Cintra (PR)
Marta Costa (DEM)
Milton Leite (DEM)
José Olímpio (PP)
Netinho (PSDB)
Netinho de Paula (PCdoB)
Noemi Nonato (PSB)
Paulo Frange (PTB)
Penna (PV)
Ricardo Teixeira (PSDB)
Sandra Tadeu (DEM)
Senival Moura (PT)
Souza Santos (PSDB)
Toninho Paiva (PR)
Trípoli (PV)
Ushitaro Kamia (DEM)
Wadih Mutran (PP)
09.10.2008 (11h18min) Não vou subir no palanque de ninguém em São Paulo, diz Soninha
Portal Terra
SÃO PAULO - A vereadora Soninha Francine (PPS), que era candidata à prefeitura de São Paulo, afirmou hoje que não pretende apoiar nenhum candidato no segundo turno das eleições.
- Quando vim para o PPS disse que não é porque eu estava saindo do PT que estava virando anti-petista, mas isso não significava ser pró- tucanos e democratas - ressaltou.
De acordo com ela, seu partido não deve ficar neutro nesta nova etapa da disputa para a prefeitura da maior cidade do país. - Vou respeitar a decisão deles, assim como eles vão respeitar a minha de não apoiar a Marta Suplicy ou o Gilbero Kassab - afirmou.
- Não vou subir no palanque de ninguém em São Paulo - completou a vereadora.
Soninha, que teve 266.978 votos válidos, cerca de 4%, pretende apoiar o candidato Fernando Gabeira (PV) no Rio. - Pretendo passar pelo menos um fim de semana. Se ele me quiser, subo no palanque dele - afirmou.
09.10.2008 (10h59min) Kassab vence com 33,61% e vai ao 2.º turno com Marta
Da Agência Estado
O prefeito e candidato à reeleição pelo DEM, Gilberto Kassab, venceu o primeiro turno das eleições em São Paulo. Kassab ficou à frente de Marta Suplicy (PT), que liderou as pesquisas de intenção de voto durante toda a campanha. O prefeito obteve 33,61% dos votos válidos. A petista ficou com 32,79%. O tucano Geraldo Alckmin obteve 22,48% e ficou fora do segundo turno.
Kassab e Marta passaram dos 2 milhões de votos. Kassab foi escolhido por 2.140.423 eleitores, enquanto Marta conseguiu 2.088.329 votos - uma diferença de apenas 52 mil votos.
De acordo com o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Paulo Maluf, do PP, ficou em quarto lugar, com 5,91% dos votos válidos, seguido de Soninha (PPS), com 4,19%; Ivan Valente (PSOL), com 0,67%; Renato Reichmann (PMN), com 0,11%; Levy Fidelix (PRTB), com 0,09%; Edmilson Costa (PCB), com 0,07%; Ciro Nogueira (PTC), com 0,06%; e Anaí Caproni (PCO), com 0,03%.
Em coletiva ainda durante a apuração dos resultados, Marta revelou que sua estratégia no segundo turno vai ser comparar sua administração (2000-2004) com a de Kassab. "O que foi feito de novo nessa cidade? O transporte melhorou? Não. A educação melhorou? Não. A pobreza melhorou? Não", atacou.
Para Kassab, além da continuidade das visitas aos eleitores e do horário eleitoral gratuito, será fundamental para o segundo turno a participação nos debates. "Será importante porque vamos apresentar as realizações que fizemos e poder comparar com as da prefeita", afirmou.
O segundo turno das eleições municipais está marcado para o dia 26 de outubro.
12.08.2008 (01h02min) POR QUE SER CANDIDATA ?
Soninha, por que ser candidata à Prefeitura de São Paulo?
Sempre fui do tipo que quer "mudar o mundo" e nunca aceitei o vaticínio de que "isso é coisa da juventude, depois passa". O que me indignava antes continua me indignando. O que eu sonhava antes - um mundo melhor para todo mundo - continuo sonhando. Mais do que isso: trabalhando por esse sonho, ao mesmo tempo utópico e básico, com sacrifício e também com prazer. Às vezes cansada e desanimada, às vezes empolgada e feliz.
Passei a vida toda examinando os problemas e qualidades desta cidade doida, querendo aproveitar todos os seus talentos, o conhecimento acumulado aqui e em outros lugares, compartilhar o que ela tem de bom e eliminar o inaceitável, cruel, absurdo.
Como leitora ou mediadora de debates, eleitora ou repórter, professora ou vereadora, mãe ou ativista, sempre estudei muito, refleti, discuti e agi pensando em como transformar a cidade.
Depois da experiência na Câmara Municipal, conheci muito mais sobre a administração pública e a política, as possíveis soluções para os problemas e a dificuldade e o custo de cada uma. Posso dizer sem modéstia fingida: conheço MUITO bem temas como mobilidade, meio ambiente, cultura, educação, saúde, habitação, infância, juventude, segurança... Outro dia, alguém perguntou: "Mas você está mesmo pronta para ser prefeita?". "SIM, posso começar amanhã?".
E não apenas não tenho nenhuma dificuldade como tenho a maior vontade de continuar aprendendo - com as administrações anteriores, seus acertos e seus erros; com especialistas e servidores, parlamentares e usuários dos serviços.
Não perco nunca a visão do todo e do detalhe; dos sistemas complexos e da qualidade do atendimento a cada pessoa; da necessidade imediata e dos impactos futuros. Nesta minha vida de "famosa", na TV ou na política, muitas coisas continuam como sempre foram - eu ando a pé, de ônibus, de bicicleta; dirijo minha moto e meu carro, uso a saúde pública, , pego fila, dou aulas voluntárias na periferia... Sei na pele como é.
Tenho uma vontade insuportável de fazer tudo o que puder para transformar a cidade e também a política. A prefeita é líder de uma equipe; precisa escolher bem seus auxiliares e ser muito firme na condução dos trabalhos. E, na minha visão, precisa saber "separar" a política da administração, isto é, não deixar que os compromissos e acordos políticos estraguem o governo, como é tão comum acontecer... Em nome de uma aliança, em retribuição ao apoio na eleição ou ao voto no Parlamento, entregam-se cargos sem critério de mérito e qualidade; divide-se a cidade em "cotas"; loteiam-se Secretarias, Subprefeituras e empresas, desprezam-se talentos em troca de pessoas que façam favores. Não me conformava com isso quando estava fora da política e não me conformarei jamais.
Talvez você esteja pensando: "Falar é fácil... Quero ver chegar lá e fazer diferente. Não tem mais jeito, não... Todo mundo chega lá e faz igual". Pois eu fui vereadora e não fiz "igual". Muitas vezes fiquei "isolada", o que alguns colegas consideraram "um erro". Ouvi conselhos de todos os tipos, sofri pressões ("não faça assim, não é bom pra você...") e continuei firme.
Estou em um partido que me garante a liberdade fundamental de agir conforme as minhas convicções - coisa tão simples e tão rara! E quando alguém aparece com alguma regra em que todo mundo acredita mas que nunca existiu de verdade (do tipo "política é assim..."), eu não agüento: "Quem disse? Quem disse que tem de ser assim? Quem disse que não tem outro jeito?".
Claro que tem. Estamos aqui para isso - eu e, tomara, você também.
Soninha, qual é a sua visão política e o que você pretende concretamente se candidatando à Prefeitura?
Acho que a segunda parte da resposta ajuda a responder a primeira... O que eu pretendo, em primeiro lugar, é disputar a Prefeitura da cidade discutindo grandes temas, pensando a cidade a curto, médio e longo prazo.
Analisar honestamente as possibilidades de solução de seus problemas, sem nenhum constrangimento ou obrigação de falar bem disso ou daquilo, e mal deste ou daquele, isto é: posso reconhecer iniciativas bem-sucedidas em governos anteriores, independentemente do partido, tanto quanto falar de boas práticas em qualquer outro lugar do Brasil ou do mundo.
E sem prometer ser a sabe-tudo, resolver tudo, ter todas as boas idéias do mundo, mas assumindo o compromisso de discutir incansavelmente o que for mais complexo, mais polêmico, com especialistas e os diretamente envolvidos (por exemplo, soluções de habitação são sempre complicadas, têm muitas inter-relações - com meio ambiente, trabalho, renda etc.).
Precisamos criar ou fazer funcionar muitos instrumentos de participação e controle, descentralizar a gestão, respeitar as peculiaridades dessa cidade imensa. Meu objetivo é a cidade, e tenho certeza que a administração tem de estar acima de disputas partidárias. O que não exclui uma visão política da administração, mas a política é meio e não fim.
Sobre a "visão política" propriamente dita: sou de esquerda. Não acredito no mercado como promotor de desenvolvimento e justiça; na competição como melhor forma de organizar a sociedade.
Sei que não podemos suprimi-lo, extinguir o capitalismo, mas o Estado tem o dever de corrigir distorções, combater o desequilíbrio, oferecer oportunidades, promover modos de colaboração, cobrar responsabilidades. Incentivar determinadas posturas, onerar ou punir outras.
A administração municipal tem uma responsabilidade e um poder imenso nesse sentido, ao mesmo tempo em que é muito limitada em outros - infelizmente, ficamos dependentes de uma política econômica sobre a qual temos pouco poder de interferência (o que fazer quanto aos juros e a taxa da câmbio, além de espernear?).
Enfim, não é fácil explicar "visão política" em uma resposta, mas acho que ela fica evidente na análise do meu mandato, da minha postura diante de determinados temas da política e da sociedade - e faço questão de deixar sempre muito claro como eu ajo e penso, mesmo que isso tenha conseqüências arriscadas em termos eleitorais. É muito fácil acompanhar meus passos, pela internet e em entrevistas. Creio que isso também seja uma demonstração de que tipo de política eu sou.
A decisão em disputar um mandato no Executivo tem alguma relação com fato de não você não ter conseguido implementar várias de suas idéias no Legislativo?
Mais ou menos. Algumas coisas eu não conseguiria fazer no Legislativo porque não são da nossa alçada. Não é uma frustração pessoal. São atribuições diferentes. Eu amei esse tempo que eu tive e que eu ainda tenho aqui como parlamentar, com tudo que teve de sacrificante e frustrante. É sensacional essa experiência de ser parlamentar na Câmara Municipal de São Paulo, apesar de tudo o que me queixei e ainda vou me queixar até o fim do mandato. A frustração é inevitável e, às vezes, é surpreedente. Mas é diferente. O Executivo tem um raio de ação maior, mais direto, mais palpável. Muita coisa que a gente consegue aprovar no Legislativo, através de projeto de lei ou de inclusão no orçamento, quem vai agir de fato é a outra esfera. Não é que eu esteja procurando um consolo para uma frustração pessoal. É só vontade de ser útil de uma outra forma e em um outro lugar.
Qual o maior desafio da cidade de São Paulo?
São Paulo é um (mau) exemplo de um dos piores defeitos do Brasil: a desigualdade. É a cidade mais rica e mais pobre da América Latina. Tem todos aqueles extremos que estamos cansados de conhecer - uma das maiores frotas de helicópteros do mundo e uma extensão de metrô ridícula para uma metrópole... Um número impressionante de cirurgias plásticas e tanta gente perdendo dentes por falta de cuidado. Milhões de celulares e tão poucos livros por habitante; tantas faculdades e tamanha deficiência na escolarização de adolescentes...
Reduzir essas distâncias é particularmente difícil pela combinação de alguns fatores muito presentes em nossa cultura nos últimos tempos: o consumismo como método para alcançar a realização (ter algo para ser alguém); o imediatismo (endividar-se em vez de poupar); a tendência a colocar o patrimônio, conforto e segurança individuais muito acima do interesse coletivo (vide insulfilmes e "bairros privados"); o estresse e agressividade decorrentes disso tudo.
Para completar, a total descrença na política e políticos, fazendo com que toda ação do poder público seja vista com desconfiança e com que poucos estejam dispostos a abrir mão de qualquer coisa em nome do bem-estar geral. Desconfiamos uns dos outros – partidos, governos, empresas, sindicatos, ONGS, movimentos sociais, mídia, indivíduos... Pior que isso: às vezes sabotamos uns aos outros em nome de nossos "objetivos estratégicos". Essa resistência - a baixar a guarda e contribuir, participando generosamente da cidade – talvez seja o maior problema a ser enfrentado pelo próximo governante.
17.07.2008 (10h52min) A três meses das eleições, Kassab assina portaria que torna mais rígida lei Cidade Limpa
WANDERLEY PREITE SOBRINHO
colaboração para a Folha Online
Faltando três meses para as eleições municipais, o prefeito de São Paulo e candidato à reeleição, Gilberto Kassab (DEM), decidiu jogar luz sobre uma de suas principais bandeiras de campanha, o projeto Cidade Limpa, que proibiu a divulgação de publicidade na cidade de São Paulo.
Durante vistoria das obras no calçamento da avenida Paulista, o prefeito anunciou uma portaria que "aumenta a rigidez" na fiscalização contra quem não cumpre a lei. Segundo o prefeito, está havendo abusos na distribuição de panfletos nas avenidas.
De acordo com a portaria, qualquer funcionário público que encontrar alguém distribuindo panfleto deverá informar a subprefeitura e aguardar a chegada de um agente fiscal. A multa para o crime é de R$ 5 mil.
Kassab negou que a portaria tenha servido para dar maior visibilidade ao Cidade Limpa, que deve ser uma das principais bandeiras de campanha do candidato. "Eu posso afirmar que não tem nenhuma vinculação com a questão eleitoral", disse.
Mesmo assim, ao defender o projeto ele não disfarçou o tom de candidato. "É um projeto que veio para ficar, que resgatou a auto-estima da cidade, resgatou no paulistano a sua confiança no futuro da cidade."
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